Incentivar a arte de pensar e escrever. Texto dos meus alunos: Alteridade e relações humanas

27 de Agosto de 2010 às 21:04 por Rosana Manzini | Postado em: ROSANA
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Uma das coisas que venho pensando para este espaço é de usá-lo também para mostrar as reflexões dos meus alunos. Textos bons, estudados e que podem ajudar outras pessoas em suas próprias reflexões. Inauguro este momento com um texto dos meus alunos do curso de bioética da PUC.  Espero poder postar muitos outros textos dessa turma que vem se preparando para servir a Igreja nos seus mais diversos carismas e vocações. Desde  já agradeço a estes que são a razão primeira de qualquer professor/a. Espero que gostem!!!

Pontifícia Universidade Católica

Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção

São Paulo, 20 de agosto de 2010.

Grupo:

  • Danilo Félix Franco
  • Mauro Marcelo Gomes
  • Renato Gomes Alves
  • Rodrigo Antônio Silva
  • Welder Cabral Pereira

A importância da alteridade nas relações humanas

Em qualquer tema onde a vida ocupa o centro da discussão, é imprescindível colocar em primeiro plano a pessoa humana. Colocar em primeiro plano não significa que a reflexão deve se restringir exclusivamente ao humano, tampouco enfocar o pensamento somente nele. Significa que deve partir da pessoa humana e atingir toda a criação, tudo o que é dotado de vida. E mais ainda, uma reflexão que parta da pessoa humana e alcance todos os desdobramentos da vida, invariavelmente nos conduz ao encontro do outro.

Dessa forma, o outro (alter) torna-se o critério fundamental da bioética. Esse critério não se resume à pessoa humana em si mesma, mas aborda e atinge suas relações. Adotando como fio condutor a alteridade, entendemos o ser humano como protagonista, mas não como dominador da vida. E como o vemos inserido num universo muito mais amplo, a questão da alteridade expande as relações da pessoa humana, indo além das pessoas entre si, alcançando a vida natural (ecologia) e a criação em sua totalidade.

Entre os seres humanos, relacionar-se deveria implicar o envolvimento pessoal. Encarar a necessidade do outro como algo necessário e comum a todos e, de maneira especial, vê-la como minha necessidade. Tal profundidade no envolvimento das relações humanas faz-se sobremaneira necessário com os pobres, aqueles que têm menos recursos para o pleno desenvolvimento humano.

Outro aspecto das relações humanas, tão grave quanto a indiferença para com o necessitado, é a instrumentalização das relações. Ver o outro não pelo que ele é, mas pelo que pode servir para mim reflete a visão reducionista e pragmática da pessoa humana.

A mesma situação é notada com relação À natureza. Preservar a natureza e saber utilizar os recursos necessários à vida também são atitudes que respeitam a alteridade. E quando instrumentalizamos estes mesmos recursos de modo desenfreado e egoísta, acabamos por esquecer que se trata de um ato reflexo, ou seja, onde a reação de tal ato recai direta ou indiretamente sobre quem o praticou, nesse caso, o próprio ser humano.

Portanto, a questão da alteridade abrange as relações entre o homem e a criação na sua totalidade. E, nessa relação, toma lugar principal não alguém que participa da criação, mas o próprio Criador: Deus (o “Grande Outro”). Tal relação, também, é fundamental para a elaboração da ética da vida. Nesse interagir, temos o ser humano em contato não com algo simplesmente dotado de vida, mas com o próprio Senhor da Vida, lugar que jamais o homem pode ocupar.

Por fim, a relevância e a profundidade da discussão sobre a vida deve ser levada em consideração, principalmente por tocar em esferas alheias à vida pessoal daquele que a realiza. Mas, pelo mesmo motivo de ser alheio à vida pessoal, o envolvimento e o respeito ao outro requer especial atenção e, principalmente, prioridade nas relações humanas.

IMPORTANTE ESCLARECIMENTO DO SECRETÁRIO DA CNBB, DOM DIMAS LARA BARBOSA.

23 de Agosto de 2010 às 1:22 por Rosana Manzini | Postado em: IGREJA, POLITICA, SOCIEDADE, fé x vida
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Comunicado da Assessoria de Imprensa

SÁB, 21 DE AGOSTO DE 2010 13:14 CNBB

O jornal O Estado de S. Paulo, em sua edição de sexta-feira, 20, na página A7, trouxe uma nota afirmando que o secretário geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, “admitiu que os católicos votem em candidatos que são favoráveis ao aborto”. A citação, fora de seu contexto, leva o leitor a interpretações que não correspondem em absoluto à posição do secretário geral em relação a este tema.

Diante disso, o secretário solicitou uma retificação por parte do jornal que foi publicada na edição deste sábado, 21, na página 2, coluna Fórum dos Leitores.
Publicamos abaixo a íntegra do texto


Prezado Senhor Diretor de Redação,

Foi com desagradável surpresa que vi estampada minha fotografia no topo da página A7 da Edição de hoje, sexta-feira, 20 de agosto, com a nota de que eu teria admitido que os católicos votem em candidatos que são favoráveis ao aborto.

Gostaria de expressar, mais uma vez, a posição inegociável da CNBB, que é a mesma do Magistério da Igreja Católica, de defesa intransigente da dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural. O aborto é um crime que clama aos céus, um crime de lesa humanidade. Isso, evidentemente, não significa que o peso da culpa deva recair sobre a gestante. Também ela é, na maioria das vezes, uma grande vítima dessa violência, e precisa de acompanhamento médico, psicológico e espiritual. Aliás, esses cuidados deveriam vir antes de uma decisão tão dramática.

Os católicos jamais poderão concordar com quaisquer programas de governo, acordos internacionais, leis ou decisões judiciais que venham a sacrificar a vida de um inocente, ainda que em nome de um suposto estado de direito. Aqui, vale plenamente o direito à objeção de consciência e, até, se for o caso, de desobediência civil.

O contexto que deu origem à manchete em questão é uma reflexão que eu fazia em torno da diferença entre eleições majoritárias e proporcionais. No caso da eleição de vereadores e deputados  (eleições proporcionais), o eleitor tem uma gama muito ampla para escolher. São centenas de candidatos, e seria impensável votar em alguém que defenda a matança de inocentes, ainda mais com dinheiro público. No caso de eleições majoritárias (prefeitos, senadores, governadores, presidente), a escolha recai sobre alguns poucos candidatos. Às vezes, sobretudo quando há segundo turno, a escolha se dá entre apenas dois candidatos. O que fazer se os dois são favoráveis ao aborto? Uma solução é anular o próprio voto. Quais as conseqüências disso? O voto nulo não beneficiaria justamente aquele que não se quer eleger? É uma escolha grave, que precisa ser bem estudada, e decidida com base numa visão mais ampla do programa proposto pelo candidato ou por seu Partido, considerando que a vida humana não se resume a seu estágio embrionário. Na luta em defesa da vida, o problema nunca é pontual. As agressões chegam de vários setores do executivo, do legislativo, do judiciário e, até, de acordos internacionais. E chegam em vários níveis: fome, violência, drogas, miséria… São as limitações da democracia representativa. Meu candidato sempre me representa? Definitivamente, não! Às vezes, o candidato é bom, mas seu Partido tem um programa que limita sua ação. Por isso, o exercício da cidadania não pode se restringir ao momento do voto. É preciso acompanhar, passo a passo, os candidatos que forem eleitos. A iniciativa da Ficha Limpa mostrou claramente que, mesmo num Congresso com tantas vozes contrárias, a força da união do povo muda o rumo das votações.

Que o Senhor da Vida inspire nossos eleitores, para que, da decisão das urnas nas próximas eleições, nasçam governos dignos do cargo que deverão assumir. E que o cerne de toda política pública seja a pessoa humana, sagrada, intocável, desde o momento em que passa a existir, no ventre de sua própria mãe.

Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Secretário Geral da CNBB

http://www.cnbb.org.br/site/imprensa/noticias/4470-comunicado-da-assessoria-de-imprensa

Uma reflexão para ajudar-nos em nossas opções

21 de Agosto de 2010 às 19:37 por Rosana Manzini | Postado em: fé x vida
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Hoje, encontramos em muitos ambientes uma grande insistência em legitimar o seguimento de um Deus mágico. Muitos ignoram a dimensão horizontal da cruz. É claro que, dentro dessa perspectiva, o compromisso com as coisas do mundo corre o risco de ficar esquecido ou mesmo perdido dentro desse tipo de experiência eclesial. A tendência é privilegiar muito mais a relação intimista que a comunitária. Daí a dificuldade de muitos em digerir a “opção preferencial pelos pobres”. A profecia continua tendo baixo índice de audiência. O que de fato faz “sucesso” é a espetacularização da fé. Existe um processo velado de idolatria de pessoas. Enquanto o Documento de Aparecida insiste na categoria discípulo-missionário, o que vemos é uma legião de fãs de “Jesus”.

Dessa forma é muito comum ouvirmos uma afirmação do agir cristão baseado quase que exclusivamente no “ser bom”. É claro que se colocarmos diante de nós um espelho encontraremos pessoas “boas”. Sem dúvida a grande maioria dos cristãos são pessoas “boas”, sim! Porém, se tirarmos este espelho e em seu lugar colocarmos o próximo – o mais pequenino de todos os irmãos – então a resposta não será tão simples assim. É o outro que me diz realmente quem eu sou e em quem verdadeiramente coloco a minha fé. Procura-se, como o jovem rico, cumprir os mandamentos. Mas com qual lente fazemos a leitura dos mandamentos? Qual hermenêutica usada? Sabemos sim, que dependendo da interpretação feita dos textos sagrados podemos simplesmente nos distanciar ao invés de mergulharmos na Palavra. É necessário um mergulho em águas mais profundas. A proposta do Evangelho passa pela relacionalidade.

TEREMOS PÓS-GRADUAÇÃO EM DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA

18 de Agosto de 2010 às 12:20 por Rosana Manzini | Postado em: fé x vida
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Os Bispos do Regional Sul 1 – CNBB e as Eleições

17 de Agosto de 2010 às 20:31 por Rosana Manzini | Postado em: fé x vida
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Como contribuição para nosso debate posto a orientação que os bispos do Regional Sul 1 da CNBB nos oferecem. Procuremos refletir sua aplicação.

CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL

73ª Assembléia dos Bispos do Regional Sul 1 73ª Assembléia dos Bispos do Regional Sul 1

Aparecida-SP, 29, 30 de junho e 1 de julho de 2010.

Doc. 15/73ªAB

VOTAR BEM

Os Bispos Católicos do Regional Sul 1, da CNBB (Estado de São Paulo), no cumprimento de sua missão pastoral, oferecem as seguintes orientações aos seus fiéis para a participação consciente e responsável no processo político-eleitoral deste ano:

  1. O poder político emana do povo. Votar é um exercício importante de cidadania, por isso, não deixe de participar das eleições e de exercer bem este poder. Lembre-se que seu voto contribui para definir a vida política do País e do nosso Estado.
  2. O exercício do poder é um serviço ao povo. Verifique se os candidatos estão comprometidos com as grandes questões que requerem ações decididas dos governantes e legisladores: a superação da pobreza, a promoção de uma economia voltada para a criação de postos de trabalho e melhor distribuição da renda, educação de qualidade para todos, saúde, moradia, saneamento básico, respeito à vida e defesa do meio ambiente.
  3. Governar é promover o bem comum. Veja se os candidatos e seus partidos estão comprometidos com a justiça e a solidariedade social, a segurança pública, a superação da violência, a justiça no campo, a dignidade da pessoa, os direitos humanos, a cultura da paz e o respeito pleno pela vida humana desde a concepção até à morte natural. São valores fundamentais irrenunciáveis para o convívio social. Isso também supõe o reconhecimento à legítima posse de bens e à dimensão social da propriedade.
  4. O bom governante governa para todos. Observe se os candidatos representam apenas o interesse de um grupo específico ou se pretendem promover políticas que beneficiem a sociedade como um todo, levando em conta, especialmente, as camadas sociais mais frágeis e necessitadas da atenção do Poder público.
  5. O homem público deve ter idoneidade moral. Dê seu voto apenas a candidatos com “ficha limpa”, dignos de confiança, capazes de governar com prudência e equidade e de fazer leis boas e justas para o convívio social.
  6. Voto não é mercadoria. Fique atento à prática da corrupção eleitoral, ao abuso do poder econômico, à  compra de votos e ao uso indevido da máquina administrativa na campanha eleitoral. Fatos como esses devem ser denunciados imediatamente, com testemunhas, às autoridades competentes. Questione também se os candidatos estão dispostos a administrar ou legislar de forma transparente, aceitando mecanismos de controle por parte da sociedade. Candidatos com um histórico de corrupção ou má gestão dos recursos públicos não devem receber nosso apoio nas eleições.
  7. Voto consciente não é troca de favores, mas uma escolha livre. Procure conhecer os candidatos, sua história pessoal, suas idéias e as propostas defendidas por eles e os partidos aos quais estão filiados. Vote em candidatos que representem e defendam, depois de eleitos, as convicções que você também defende.
  8. A religião pertence à identidade de um povo. Vote em candidatos que respeitem a liberdade de consciência, as convicções religiosas dos cidadãos, seus símbolos religiosos e a livre manifestação de sua fé.
  9. A Família é um patrimônio da humanidade e um bem insubstituível para a pessoa. Ajude a promover, com seu voto, a proteção da família contra todas as ameaças à sua missão e identidade natural. A sociedade que descuida da família destrói as próprias bases.
  10. Votar é importante, mas ainda não é tudo. Acompanhe, depois das eleições, as ações e decisões políticas e administrativas dos governantes e parlamentares, para cobrar deles a coerência para com as promessas de campanha e apoiar as decisões acertadas.

Aparecida, 29 de junho de 2010

Dom Nelson Westrupp, scj

Presidente do CONSER

Nossa responsabilidade diante das escolhas políticas

13 de Agosto de 2010 às 2:13 por Rosana Manzini | Postado em: fé x vida
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Tenho pensado muito na questão política e o espaço que ela tem dentro da minha experiência de fé. Me preocupa quando escolhemos candidatos a partir do “gostar” da pessoa, da “cara boazinha”, do “ele é amigo de um amigo meu”, ele “faz parte do movimento ou da comunidade tal”. Me preocupa quando não mergulhamos na profundidade da responsabilidade da escolhja de pessoas que devem me representar na organização da cidade, do estado, do país onde vivo. Ensino teologia Moral Social e Doutrina social da Igreja e tenho que procurar difundir e promover a promoção de seu conteúdo.
Elegemos pessoas sem saber qual programa de governo elas representam. Não lemos os programas dos partidos políticos. Não conhecemos os estatutos que determinam o comportamento dos políticos. Podem votar contrariamente ao programa de seu partido? Podem mudar de partido a hora que quiserem. E o pior, escolhemos representantes que no meio do mandato largam para concorrer a cargo maiores. E como fica a responsabilidade do candidato para com o eleitor que confiou nas promessas feitas.
É hora de sermos mais sérios, mais exigentes!!!

Na Faculdade Dehoniana temos feito estas discussões. Reproduzo aqui o texto do blog do Pe. Joãozinho, diretor geral da faculdade. Creio que essas discussões podem provocar uma reflexão um pouco mais profunda sobre nossa responsabilidade de eleitor.

O Programa do Partido Verde
padrejoaozinho on agosto 12th, 2010

http://blog.cancaonova.com/padrejoaozinho/

Esta manhã tiro um tempinho para ler atentamente o programa do PARTIDO VERDE. Farei isso com os outros também. Preferia que o PV fosse o Partido da Vida. O programa em geral é muito bem estruturado e defende valores fundamentais para construir uma sociedade justa, democrática e fraterna.

http://www.pvsp.org.br/sites/1100/1140/00002751.pdf

Porém, alguns pontos me deixaram frustrado. Gostaria que os candidatos do Partido Verde se posicionassem concretamente em relação a estes pontos.
g) legalização da interrupção voluntária da gravidez com um esforço permanente para redução cada vez maior da sua prática através de uma campanha educativa de mulheres e homens para evitar a gravidez indesejada.
a) uma nova Lei de Entorpecentes, legalizando o uso da Canabis Sativa (maconha) para fins industriais, médicos e pessoais, descriminalizando o uso de drogas, que passa a ser encarado, em situações de dependência de drogas pesadas,como um problema de saúde e não de repressão e prisão;
i) defender a liberdade sexual, no direito do cidadão dispor do seu próprio corpo e na noção de que qualquer maneira de amor é valida e respeitável;
A pergunta que fica é: como se posicionam os candidatos cristãos, membros do PV, diante destas diretrizes que se chocam com a Doutrina da Igreja Católica? Não admitimos o aborto, nem a liberação das drogas, nem o relativismo sexual. Seria possível fazer do PV o Partido da Vida, amadurecendo estes pontos de conflito? No caso de um candidato se eleger pelo PV, poderá votar contra um projeto de lei que siga as orientações acima? Poderá colocar sua consciência cristã acima da fidelidade partidária? O que você pensa disso

Nova cara para o blog… O que voces acham????

às 1:52 por Rosana Manzini | Postado em: fé x vida
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Minha amiga e webdesigner Aline Damico, está testando um novo visual para o blog. Ela disse que o outro estava parecendo uma “linguiça”. Voce que frequenta este espaço deixe sua opinião. Gostaria muito de saber a opinião de voces

Colocando a vida em dia. Retomando ritmo.

9 de Agosto de 2010 às 17:48 por Rosana Manzini | Postado em: ROSANA
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Esse mes de julho foi cheio de compromissos extremamente agradáveis ainda que tenham exigido um ritmo forte de trabalho. Agora, voltando para casa e retomando o segundo semestre letivo, é necessário colocar todas as atividades em seu devido lugar e ritmo. Portanto tenho também que acertar o ritmo do blog, afinal quem acessa tem a impressão de que ainda estou em Trento (acabei de ser chamada à atenção para este fato).  Então vamos terminar esse tema pendente: O Congresso de Teologia Moral.

Os dois últimos dias do congresso foram destinados as comunicações (papers). Foram dezenas de grupos de tres teólogos ou teólogas que apresentaram suas pesquisas por afinidades de tema. fiz minha apresentação juntamente com um argentino e um colombiano. Trabalhei o tema: “Repensar/criar novas metodologias para o ensino da DSI nas comunidades. Partindo de uma experiência pessoas de alguns anos, venho observando que as metodologias usadas para a difusão da DSI não atingem o objetivo, ou seja essa tão importante doutrina de nossa Igreja continua desconhecida pela grande maioria daqueles que são os sujeitos primeiros de sua transmissão e mais ainda, de sua aplicação: o laicato católico.

Nesses dois últimos dias tivemos ainda grandes conferências com teólogos e teólogas conhecidos internacionalmente. A grande alegria foi o reencontro com o Prof. Pe. Marciano Vidal, grande teólogo moralista, redentorista. Ele, desde o congresso de Padua, tem demonstrado um afeto muito grande por nós brasileiros.

Encaminhando para seu desfecho, ficou decidido de se constituir uma nova comissão diretiva para pensar como será o futguro próximo de nossos encontros. Pensa-se na formação de uma rede de comunicação. Mas a assembléia não dispensa o encontro pessoal por trazer uma riqueza extraordinária partilha das mais variadas culturas. Queremos o 3º Congresso Mundial! …. Postos algumas fotos dos últimos dois dias.

almoço do grupo de teólogas e teólogos brasileiros

Uma das comunicações onde participaram o Pe. Dr. Ronaldo Zacharias, diretor do Pio XI e o Pe. Dr. Transferetti, da arquidiocese de Campinas

Jantar de encerramento. da esquerda para a direita: Pe. Jamir, da diocese de Colatina; Pe. Marcio Fabri, redentorista de São Paulo; Pe. Marciano Vidal, redentorista espanhol e Pe. Javier Galdona, Uruguay

Profª Maria Ines, Juiz de Fora MG e Pe. Nilo Ribeiro, sj, FAJE- Belo Horizonte

Pe. ronaldo, Pe. Celito, Pe. Marcio, Pe. Eliano, Pe. Mario Marcelo

Retransmitindo urgente !!!!!

às 14:40 por Rosana Manzini | Postado em: fé x vida
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Peço que acessem o blog do Pe. Joãozinho, scj e leiam o texto do Pe. Osnildo Carlos Klann, mestre dos noviços.

É gravíssima a situação no Congo….. Peço que copiem o link e retransmitam a quantos puderem.

http://blog.cancaonova.com/padrejoaozinho/2010/08/09/nosso-drama-no-congo/