Dois momentos importantes na Diocese de Lins

27 de Abril de 2010 às 10:48 por Rosana Manzini | Postado em: ROSANA
| Comentários (3)

Nos últimos 15 dias estive participando de dois grandes momentos na Diocese  de Lins – SP.

No primeiro, na cidade de Penápolis, ministrei a Aula Inaugural da Escola Diocesana de Teologia para Leigos como tema: “Para que todos tenham vida plenamente: eis a vossa missão!!”. Participaram 12o leigos e leigas vindos de todas as cidades da diocese. Foi animador ver com quanta alegria e disposição o laicato dessa Igreja local busca conhecer sua fé.

O segundo momento aconteceu hoje. A convite do bispo diocesano, Dom Irineu Danelon, apresentei ao clero diocesano uma palestra sobre: “Caridade: a prática do amor realizada pela Igreja enquanto`comunidade de amor`”. Foi um momento muito interessante de partilha. Segue foto deste momento.

O Sermão da montanha (*versão para educadores*)

23 de Abril de 2010 às 14:27 por Rosana Manzini | Postado em: fé x vida
| Comentários (4)

 

Naquele tempo, Jesus subiu a um monte seguido pela multidão e, sentado sobre uma grande pedra, deixou que os seus discípulos e seguidores se aproximassem. Ele os preparava para serem os educadores capazes de transmitir a lição da Boa Nova a todos os homens. Tomando a palavra, disse-lhes:
 - “Em verdade, em verdade vos digo: Felizes os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus. Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. Felizes os misericordiosos, porque eles…”
 Pedro o interrompeu:
- Mestre, vamos ter que saber isso decor?

André disse:
- É pra copiar no caderno?
Filipe lamentou-se:

- Esqueci meu papiro!
 
Bartolomeu quis saber:
- Vai cair na prova?

João levantou a mão:
- Posso ir ao banheiro?
 
Judas Iscariotes resmungou:
- O que é que a gente vai ganhar com isso?
 
Judas Tadeu defendeu-se:
- Foi o outro Judas que perguntou!
 
Tomé questionou:
- Tem uma fórmula pra provar que isso tá certo?

Tiago Maior indagou:
- Vai valer nota?

Tiago Menor reclamou:
- Não ouvi nada, com esse grandão na minha frente.
 
Simão Zelote gritou, nervoso:
- Mas porque é que não d á logo a resposta e pronto!?
 
Mateus queixou-se:
- Eu não entendi nada, ninguém entendeu nada!

 Um dos fariseus, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada a ninguém, tomou a palavra e dirigiu-se a Jesus, dizendo:
 - Isso que o senhor está fazendo é uma aula? Onde está o seu plano de curso e a avaliação diagnóstica? Quais são os objetivos gerais e específicos? Quais são as suas estratégias para recuperação dos conhecimentos prévios?
 
Caifás emendou:
 - Fez uma programação que inclua os temas transversais e atividades integradoras com outras disciplinas? E os espaços para incluir os parâmetros curriculares gerais? Elaborou os conteúdos conceituais, processuais e atitudinais?

 Pilatos, sentado lá no fundão, disse a Jesus:
 - Quero ver as avaliações da primeira,segunda e terceira etapas e reservo-me o direito de, ao final, aumentar as notas dos seus discípulos para que se cumpram as promessas do Imperador de um ensino de qualidade. Nem pensar em números e estatísticas que coloquem em dúvida a eficácia do nosso projeto.
 - E vê lá se não vai reprovar alguém!
Lembre-se que você ainda não é professor titular…
(não vai sobrar aula pra voce e a divisão de turmas? tem que ter pelo menos 30 alunos – Versão  *educadores*)

Jesus deu um suspiro profundo, pensou em ir à sinagoga e pedir aposentadoria proporcional aos trinta e três anos. Mas,tendo em vista o fator previdenciário e a regra dos 95, desistiu.
Pensou em pegar um empréstimo consignado com Zaqueu, voltar pra Nazaré e montar uma padaria…
Mas olhou de novo a multidão. Eram como
ovelhas sem pastor… Seu coração de educador se enterneceu e Ele continuou:

-“Felizes vocês, se forem desrespeitados e perseguidos, se disserem mentiras contra vocês por causa da Educação. Fiquem alegres e contentes, porque será grande a recompensa no céu. Do mesmo modo perseguiram outros educadores que vieram antes de vocês”.
 
Tomé, sempre resmungão,reclamou:
- Mas só no céu, Senhor?
- Tem razão, Tomé – disse Jesus – há quem queira transformar minhas palavras em conformismo e alienação.. Eu lhes digo, NÃO! Não se acomodem. Não fiquem esperando, de braços cruzados, uma recompensa do além. É preciso construir o paraíso aqui e agora, para merecer o que vem depois…

 E Jesus concluiu:
 - Vocês, meus queridos educadores, são o sal da terra e a luz do mundo…
 
Texto de abertura do Programa Rádio Vivo — Rádio
Itatiaia, Belo Horizonte — de 15/10/2009, texto do professor Eduardo Machado.

Descoberta ou conquista?

22 de Abril de 2010 às 4:55 por Rosana Manzini | Postado em: ROSANA
| Comentários (2)

Descoberta ou conquista? Celebramos hoje a chegada dos portugueses ao Brasil. Com outros nomes o Brasil e os brasileiros já existiam e, numa miscigenação  de raças que foram chegando formaram o brasileiro de hoje. Somos um país com tantos problemas sociais que muitas vezes nos causam tanta indignação mas que de modo algum nos tira o orgulho de sermos filhos da Terra de Santa Cruz.

Transcrevo trechos da carta de Pero Vaz de Caminha onde ele relata as primeiras impressões de quando aqui chegou.  E posto um vídeo que mostra a riqueza deste povo, do qual orgulhosamente pertenço.

…Quarta-feira, 22 de abril: Neste dia, a horas de vésperas, houvemos vista de terra! Primeiramente dum grande monte, mui alto e redondo; e doutras serras mais baixas ao sul dele: e de terra chá, com grandes arvoredos: ao monte alto o capitão pôs nome: O MONTE PASCOAL e à terra: a TERRA DA VERA CRUZ.

…Eles não lavram, nem criam. Não há aqui boi, nem vaca, nem cabra, nem ovelha, nem galinha, nem qualquer outra alimária, que acostumada seja ao viver dos homens. Nem comem senão desse inhame, que aqui há muito, e dessa semente e fruitos, que a terra e as árvores de si lançam. E com isto andam tais e tão rijos e tão nédios que o não somos nós tanto, com quanto trigo e legumes comemos.

…Esta terra, Senhor, me parece que da ponta que mais contra o sul vimos até outra ponta que contra o norte vem, de que nós deste porto houvemos vista, será tamanha que haverá nela bem vinte ou vinte e cinco léguas por costa. Tem, o longo do mar, nalgumas partes, grandes barreiras, delas vermelhas, delas brancas; e a terra por cima toda chã e muito cheia de grandes arvoredos. De ponta a ponta, é tudo praia-palma, muito chã e muito formosa.

Pelo sertão nos pareceu, vista do mar, muito grande, porque, a estender olhos, não podíamos ver senão arvoredos. que nos parecia muito longa.
Nela, até agora, não pudemos saber que haja ouro, nem prata, nem coisa alguma de metal ou ferro; nem 1ho vimos. Porém a terra em si é de muito bons ares, assim frios e temperados, como os de Entre Doiro e Minho, porque neste tempo de agora os achávamos como os de lá.

Águas são muitas; infindas. E em tal maneira é graciosa que, querendo aproveitar, dar-se-á nela tudo, por bem das águas que tem.
Porém o melhor fruto, que dela se pode tirar me parece que será salvar esta gente.

ARQUITETURA E ARTE SACRA

16 de Abril de 2010 às 13:42 por Rosana Manzini | Postado em: fé x vida
| Comentários (1)

Para quem se interessa por Arte Sacra recomendo o blog do meu amigo Prof. Gabriel Frade. O Gabriel estudou filosofia e teologia na Pontifìcia Universidade Gregoriana- Roma e é mestre em Liturgia. Publicou um livro pela Loyola: Arquitetura Sagrada no Brasil. É professor de Liturgia no Mosteiro de são Bento e na Faculdade de Teologia da Universidade Salesiana. Dêem uma passada lá e verão artigos e fotografias muito interessantes

www.gpaas.blogspot.com

VIDA PLENA OU SOBREVIVÊNCIA?

13 de Abril de 2010 às 18:04 por Rosana Manzini | Postado em: DSI, IGREJA, POLITICA, SOCIEDADE, fé x vida
| Comentários (2)

174 O Princípio da Destinação Universal dos Bens convida a cultivar uma visão da economia inspirada em valores morais que permitam nunca perder de vista nem a origem, nem a finalidade de tais bens, de modo a realizar um mundo equitativo e solidário, em que a formação da riqueza possa assumir uma função positiva.

Hoje, na aula de DSI e Educação, no curso de Filosofia da Faculdade Dehoniana discutimos um dos princípios da Doutrina Social da Igreja: a Destinação Universal dos Bens. Trabalhamos em cima de 3 vídeos. Um primeiro sobre a Exclusão Social, o segundo o discurso que uma menina de 13 anos fez para os chefes de governo na ECO 92, no Rio de Janeiro e o terceiro a Carta de Seattle de 1853.

É impressionante como este Princípio da DSI se encontra nos mais diversos discursos pela preservação e luta pela dignidade da vida. Talvez ai encontrássemos respostas para as cenas de horror que temos vistos. A ética indignação nos interpela…….. qual resposta daremos?

Vejam os filmes, reflitam e, se quiserem, postem aqui sua reflexão. Se conseguirmos partilhar os pensamentos, conseguiremos partilhar a vida.

” O que está acontecendo hoje?”

3 de Abril de 2010 às 11:06 por Rosana Manzini | Postado em: IGREJA
| Comentários (1)

De uma antiga Homilia no grande Sábado Santo

(PG43,439.451.462-463)           (Séc.IV)

A descida do Senhor à mansão dos mortos

Que está acontecendo hoje? Um grande silêncio reina sobre a terra.Um grande silêncio e
uma grande solidão. Um grande silêncio, porque o Rei está dormindo; a terra estremeceu e
ficou silenciosa, porque o Deus feito homem adormeceu e acordou os que dormiam há
séculos. Deus morreu na carne e despertou a mansão dos mortos.

Ele vai antes de tudo à procura de Adão, nosso primeiro pai, a ovelha perdida. Faz questão
de visitar os que estão mergulhados nas trevas e na sombra da morte. Deus e seu Filho vão
ao encontro de Adão e Eva cativos, agora libertos dos sofrimentos.

O Senhor entrou onde eles estavam, levando em suas mãos a arma da cruz vitoriosa.
Quando Adão, nosso primeiro pai, o viu, exclamou para todos os demais, batendo no peito
e cheio de admiração: “O meu Senhor está no meio de nós”. E Cristo respondeu a Adão: “E
com teu espírito”. E tomando-o pela mão, disse: “Acorda, tu que dormes, levanta-te dentre
os mortos, e Cristo te iluminará.

Eu sou o teu Deus, que por tua causa me tornei teu filho; por ti e por aqueles que nasceram
de ti, agora digo, e com todo o meu poder, ordeno aos que estavam na prisão: ‘Saí!’; e aos
que jaziam nas trevas: ‘Vinde para a luz!’; e aos entorpecidos: ‘Levantai-vos!’

Eu te ordeno: Acorda, tu que dormes, porque não te criei para permaneceres na mansão dos
mortos. Levanta-te dentre os mortos; eu sou a vida dos mortos. Levanta-te, obra das minhas
mãos; levanta-te, ó minha imagem, tu que foste criado à minha semelhança. Levanta-te,
saiamos daqui; tu em mim e eu em ti, somos uma só e indivisível pessoa.

Por ti, eu, o teu Deus, me tornei teu filho; por ti, eu, o Senhor, tomei tua condição de
escravo. Por ti, eu, que habito no mais alto dos céus, desci à terra e fui até mesmo sepultado
debaixo da terra; por ti, feito homem, tornei-me como alguém sem apoio, abandonado entre
os mortos. Por ti, que deixaste o jardim do paraíso, ao sair de um jardim fui entregue aos
judeus e num jardim, crucificado.

Vê em meu rosto os escarros que por ti recebi, para restituir-te o sopro da vida original. Vê
na minha face as bofetadas que levei para restaurar, conforme à minha imagem, tua beleza
corrompida.

Vê em minhas costas as marcas dos açoites que suportei por ti para retirar de teus ombros o
peso dos pecados. Vê minhas mãos fortemente pregadas à árvore da cruz, por causa de ti,
como outrora estendeste levianamente as tuas mãos para a árvore do paraíso.

Adormeci na cruz e por tua causa a lança penetrou no meu lado, como Eva surgiu do teu, ao
adormeceres no paraíso. Meu lado curou a dor do teu lado. Meu sono vai arrancar-te do
sono da morte. Minha lança deteve a lança que estava dirigida contra ti.

Levanta-te, vamos daqui. O inimigo te expulsou da terra do paraíso; eu, porém, já não te
coloco no paraíso mas num trono celeste. O inimigo afastou de ti a árvore, símbolo da vida;
eu, porém, que sou a vida, estou agora junto de ti. Constituí anjos que, como servos, te
guardassem; ordeno agora que eles te adorem como Deus, embora não sejas Deus.

Está preparado o trono dos querubins, prontos e a postos os mensageiros, construído o leito
nupcial, preparado o banquete, as mansões e os tabernáculos eternos adornados, abertos os
tesouros de todos os bens e o reino dos céus preparado para ti desde toda a eternidade”.

Ontem o Presidente da CNBB fez pronunciamento em Cadeia nacional das TVS católicas

1 de Abril de 2010 às 17:25 por Rosana Manzini | Postado em: fé x vida
| Comentários (2)

CNBB manifesta apoio ao papa e lamenta campanha difamatória contra a Igreja

O presidente da CNBB e arcebispo de Mariana (MG),dom Geraldo Lyrio Rocha, fez um pronunciamento nesta quarta-feira, 31, em cadeia nacional das TVs católicas, manifestando apoio e solidariedade ao papa Bento XVI, diante dos ataques que vem recebendo por causa dos casos de abuso sexual de crianças e adolescentes envolvendo membros da Igreja.

“Sem temer a verdade, o Papa Bento XVI não só reconheceu publicamente esses graves erros de membros da Igreja, como também pediu perdão por eles”, disse o presidente da CNBB. “Bento XVI não receou manifestar seu constrangimento e vergonha diante desses atos que macularam a própria Igreja. Firme, o Papa condenou a atitude dos que conduziram tais casos de maneira inadequada e, com determinação,  afirmou que os envolvidos devem ser julgados pelos tribunais de justiça”, diz a nota.

Dom Geraldo lamentou que a divulgação das notícias relativas aos crimes de pedofilia envolendo religiosos tenha se transformado “numa campanha difamatória contra a Igreja Católica e contra o Papa”.

“O Papa, ao reconhecer publicamente os erros de membros da Igreja e ao pedir perdão por esta prática, não merecia esse tratamento, que fere, também, grande parte do povo brasileiro”.

Leia, abaixo, a íntegra da nota, que é assinada pela Presidência da CNBB.


Nota de solidariedade ao Papa Bento XVI

O povo católico de todo o mundo acompanha, com profunda dor no coração, as denúncias de inúmeros casos de abuso sexual de crianças e adolescentes praticado por pessoas ligadas à Igreja, particularmente padres e religiosos. A imprensa tem noticiado com insistência incomum, casos acontecidos nos Estados Unidos, na Alemanha, na Irlanda, e também no Brasil.

Sem temer a verdade, o Papa Bento XVI não só reconheceu publicamente esses graves erros de membros da Igreja, como também pediu perdão por eles. Disso nos dá testemunho a carta pastoral que o Santo Padre enviou aos católicos da Irlanda e que pode se estender aos católicos de todo o mundo.

Mais do que isso, Bento XVI não receou manifestar seu constrangimento e vergonha diante desses atos que macularam a própria Igreja. Firme, o Papa condenou a atitude dos que conduziram tais casos de maneira inadequada e, com determinação,  afirmou que os envolvidos devem ser julgados pelos tribunais de justiça. Não faltou ao Papa, também, mostrar a todos o horizonte da misericórdia de Deus, a única capaz de ajudar a pessoa humana a superar seus traumas e fracassos.Às vítimas o Papa expressou ter consciência do mal irreparável a que foram submetidas. Disse Bento XVI: “Sofrestes tremendamente e por isto sinto profundo desgosto. Sei que nada pode cancelar o mal que suportastes. Foi traída a vossa confiança e violada a vossa dignidade. É compreensível que vos seja difícil perdoar ou reconciliar-vos com a Igreja. Em seu nome expresso abertamente a vergonha e o remorso que todos sentimos”.
Essa coragem do Sucessor de Pedro nos coloca a todos em estado de alerta. Meditamos sobre esses atos objetivamente graves, e estamos certos de que – como fez o Papa – devem ser enfrentados com absoluta firmeza e coragem.

É de se lamentar, no entanto, que a divulgação de notícias relativas a esses crimes injustificáveis se transforme numa campanha difamatória contra a Igreja Católica e contra o Papa. Deixam-nos particularmente perplexos os ataques freqüentes e sistemáticos, ao Papa Bento XVI, como se o então Cardeal Ratzinger tivesse sido descuidado diante dessa prática abominável ou com ela conivente. No entanto, uma análise objetiva dos fatos e depoimentos dos próprios envolvidos nos escândalos revela a fragilidade dessas acusações. O Papa, ao reconhecer publicamente os erros de membros da Igreja e ao pedir perdão por esta prática, não merecia esse tratamento, que fere, também, grande parte do povo brasileiro, que  sofre com esses momentos difíceis, e reza pelas vítimas e seus familiares, pelos culpados, mas também pelas dezenas de milhares de sacerdotes que, no mundo todo, procuram honrar sua vocação.

De fato, “a imensa maioria de nossos sacerdotes não está envolvida nesta problemática gravemente condenável. Provavelmente, não chegam a 1% os envolvidos. Ao contrário, os demais 99% de nossos sacerdotes, de modo geral, são homens de Deus, dignos, honestos e incansáveis na doação de todas as suas energias ao seu ministério, à evangelização, em favor do povo, especialmente a serviço dos pobres e dos marginalizados, dos excluídos e dos injustiçados, dos desesperados e sofridos de todo tipo” (cf. Cardeal Cláudio Hummes, 12ºENP).
No momento em que a Igreja Católica e a própria pessoa do Santo Padre sofrem duros e injustos ataques, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil manifesta sua mais profunda união com o Papa Bento XVI e sua plena adesão e total fidelidade ao Sucessor de Pedro.

A Páscoa de Cristo, que celebramos nesta semana, nos leva a afirmar com o apóstolo Paulo: “Somos afligidos de todos os lados, mas não vencidos pela angústia; postos em apuros, mas não desesperançados; perseguidos, mas não desamparados; derrubados, mas não aniquilados” (2Cor 4,8-9). Nossa fé nos garante a certeza da vitória da luz sobre as trevas; do bem sobre o mal; da vida sobre a morte.

Brasília, 31 de março de 2010

Dom Geraldo Lyrio Rocha – Presidente da CNBB e arcebispo de Mariana

Dom Luiz Soares Vieira – Vice-presidente da CNBB e arcebispo de Manaus

Dom Dimas Lara Barbosa – Secretário Geral da CNBB e bispo auxiliar do Rio de Janeiro